São Paulo, SP — Teleconsulta Brasil & América Latina
Enviar e-mail
Apoio Clínico

Ferramentas Clínicas

Recursos de apoio à decisão clínica e informações para preparo cirúrgico: calculadora de risco EuroSCORE II, glossário de termos cardíacos e orientações completas de pré e pós-operatório.

Escolha a ferramenta abaixo. As informações são de caráter educativo e não substituem a avaliação clínica individualizada.

Calculadora de Risco Cirúrgico — EuroSCORE II

Estimativa simplificada do risco de mortalidade em 30 dias para cirurgia cardíaca. Use apenas como referência clínica.

Risco estimado de mortalidade
Preencha os dados para calcular

Esta calculadora é uma estimativa simplificada para fins educativos. O EuroSCORE II completo exige avaliação clínica detalhada.

Aneurisma Aórtico
Dilatação anormal da aorta, que pode romper se não tratada. Requer monitoramento e, frequentemente, cirurgia.
Angioplastia
Procedimento minimamente invasivo para abrir artérias coronárias obstruídas, geralmente com implante de stent.
Arritmia
Alteração no ritmo cardíaco — pode ser muito rápida (taquicardia), lenta (bradicardia) ou irregular.
CDI (Cardiodesfibrilador)
Dispositivo implantável que monitora o ritmo e aplica choque elétrico em caso de arritmia grave com risco de morte.
CEC (Circulação Extracorpórea)
Máquina que assume as funções do coração e pulmão durante a cirurgia cardíaca aberta, mantendo a circulação do sangue.
Coronariopatia
Doença das artérias coronárias, principal causa de infarto. Pode ser tratada com angioplastia ou revascularização cirúrgica.
Dissecção Aórtica
Emergência cardiovascular em que a camada interna da aorta se rasga, permitindo que o sangue penetre na parede do vaso.
Endocardite
Infecção das válvulas ou do revestimento interno do coração. Pode danificar estruturas cardíacas e exigir cirurgia.
Estenose Aórtica
Estreitamento da válvula aórtica que dificulta a saída de sangue do coração. Tratada com troca valvar ou TAVI.
Fibrilação Atrial
Arritmia cardíaca mais comum, com batimentos irregulares e descoordenados nos átrios. Aumenta risco de AVC.
Fração de Ejeção (FE)
Porcentagem de sangue que o coração bombeia a cada batimento. Normal: ≥ 55%. Abaixo de 40% indica insuficiência cardíaca.
Hemodinâmica
Estudo do fluxo sanguíneo. Cateterismo hemodinâmico é exame que avalia as coronárias e a função cardíaca.
IAM (Infarto Agudo)
Obstrução total de uma artéria coronária que causa morte do músculo cardíaco. Emergência — tratamento imediato é essencial.
Insuficiência Cardíaca
Condição em que o coração não bombeia sangue suficiente para o organismo. Pode ser sistólica (FE reduzida) ou diastólica.
Marcapasso
Dispositivo eletrônico implantável que estimula o coração a bater em ritmo adequado quando ele é muito lento.
Miocardiopatia
Doença do músculo cardíaco que afeta sua capacidade de bombear sangue. Pode ser dilatada, hipertrófica ou restritiva.
Pericárdio
Membrana que envolve o coração. Sua inflamação (pericardite) ou acúmulo de líquido (derrame pericárdico) podem exigir tratamento cirúrgico.
Plastia Valvar
Reparo cirúrgico da válvula cardíaca doente, preservando a válvula nativa. Preferível à troca quando tecnicamente possível.
Revascularização Miocárdica
Cirurgia de "pontes" (bypass) que cria novos caminhos para o sangue chegar ao coração, contornando artérias obstruídas.
Stent
Pequena estrutura de metal inserida em artéria obstruída para mantê-la aberta. Pode ser metálico simples ou farmacológico.
TAVI / TAVR
Implante percutâneo de válvula aórtica por cateter, sem abertura do tórax. Indicado para estenose aórtica em pacientes de alto risco cirúrgico.
Toracoscopia (VATS)
Cirurgia minimamente invasiva do tórax realizada com câmera e instrumentos por pequenas incisões, sem abrir o tórax.
TRC (Ressincronizador)
Dispositivo que sincroniza as contrações das câmaras cardíacas, melhorando a função do coração na insuficiência cardíaca grave.
Válvula Aórtica
Válvula entre o ventrículo esquerdo e a aorta. Suas doenças mais comuns são estenose e insuficiência aórtica.
Válvula Mitral
Válvula entre o átrio e ventrículo esquerdo. Prolapso, estenose e insuficiência mitral são as principais doenças tratadas cirurgicamente.

Orientações Pré-operatórias

Jejum de pelo menos 8 horas antes da cirurgia (sólidos e líquidos)
Informar todos os medicamentos em uso, especialmente anticoagulantes e antiplaquetários
Realizar exames pré-operatórios conforme solicitado (hemograma, coagulação, ECG, ecocardiograma)
Suspender anticoagulantes conforme orientação médica — nunca por conta própria
Banho com sabão antisséptico na noite anterior e na manhã da cirurgia
Não fumar ao menos 4 semanas antes do procedimento
Trazer acompanhante responsável para o dia da cirurgia
Esclarecer todas as dúvidas na consulta pré-operatória com o Dr. Arthur

Cuidados Pós-operatórios

Repouso relativo nas primeiras semanas — atividades são liberadas progressivamente
Manter os curativos limpos e secos conforme orientação da equipe
Tomar todos os medicamentos prescritos, nos horários corretos, sem interromper
Monitorar sinais de alerta: febre, dor torácica intensa, falta de ar, inchaço nas pernas
Dieta leve e saudável nos primeiros dias; hidratação adequada
Retornar às consultas de acompanhamento nos prazos indicados
Fisioterapia respiratória é fundamental para recuperação após cirurgia torácica
Em caso de dúvidas ou intercorrências, contactar a equipe por e-mail

Dúvidas sobre seu caso específico?

Envie seus exames e converse diretamente com o Dr. Arthur. Teleconsulta disponível para todo o Brasil.

Falar com o Dr. Arthur